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Postado por: Em: Dica 12 de fevereiro de 2015 Comentários: 0 Tags: , , ,

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Estatísticas do Corpo de Bombeiros trazem um dado alarmante. Entre os casos de incêndio com causa conhecida, a segunda maior incidência está entre os gerados por instalações elétricas inadequadas.
Um recente estudo realizado pela USP sob encomenda do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre) indica que a perda elétrica em instalações residenciais que desrespeitam a norma técnica é quase o dobro da perda que ocorre em projetos corretamente executados.
Uma instalação elétrica realizada dentro da norma, por profissionais qualificados e com produtos de qualidade garantida contribui para a segurança das pessoas e do imóvel, ao mesmo tempo que evita o desperdício de energia.
Juntos, todos esses dados deixam claro que os benefícios de uma instalação elétrica bem dimensionada são incontestáveis. No entanto, o brasileiro ainda não acordou para isso, e o que predominam são as instalações perigosas, que desperdiçam valiosos recursos energéticos e muito dinheiro.
O cenário é tão crítico que o saudoso engenheiro eletricista Ademaro Alberto Machado Bittencourt Cotrim, uma das maiores autoridades brasileiras em questões de normalização de instalações elétricas, costumava afirmar que no Brasil não se entrega uma instalação, se abandona. O porquê dessa situação é a combinação da falta de interesse da comunidade como um todo. Governo, fornecedores de material, profissionais da área e até mesmo os consumidores, ninguém está livre da culpa.
Felizmente esta mentalidade está mudando e muito tem sido feito para melhorar este quadro. Tudo começou com o processo de certificação compulsória dos materiais elétricos no mercado brasileiro, que inclui produtos como condutores, disjuntores, plugues, tomadas, fusíveis e interruptores, entre outros.
Mas de nada adianta ter produtos confiáveis se a sua aplicação não for a correta. Por isso o Comitê Brasileiro de Avaliação da Conformidade (CBAC) formou uma subcomissão para planejar também a avaliação da conformidade das instalações elétricas.

Fonte: http://www.prysmianclub.com.br

 

Postado por: Em: Dica 05 de janeiro de 2015 Comentários: 0 Tags: , ,

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Início de ano, já começa a estação chuvosa e com ela o perigo dos raios. O Brasil é o país com maior índice de raios do mundo.

No sábado (03), a Companhia Elétrica do Ceará – COELCE recebeu cerca de 1.400 ocorrências em todo o Estado. No final de semana passado caíram cerca de 478 raios em todo o estado do Ceará. A cidade de Tauá teve a maior incidência de raios, 208. Seguida por Independência, com 109, e Arneiroz, com 98 raios. Em Fortaleza, foram registrados 71 raios. Os números são referentes aos dias 03 e 04. A estimativa é da Coelce.

Raios, relâmpagos e trovões são fenômenos naturais cercados por mitos e verdades. Saiba o que é verdade e como se proteger.

Os Mitos:

1. Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, dito popular, raios podem, sim, cair diversas vezes na mesma localidade.

2. Para-raios protegem os equipamentos eletrônicos. Não! Protegem apenas a construção. Para garantir a segurança de equipamentos eletrônicos, é preciso instalar supressores de surto de tensão. Eles evitam que as descargas elétricas atinjam e queimem os aparelhos.

3. Os objetos atingidos por raios são sempre os mais altos: Objetos altos têm maior probabilidade de ser atingidos. Mas um raio pode atingir o solo ao lado de uma grande árvore e isso não pode ser previsto.

4. Barracas e árvores são bons abrigos durante uma tempestade: Se você estiver ao ar livre durante uma tempestade, nunca fique dentro de barracas ou embaixo de árvores isoladas. As barracas possuem hastes metálicas e, assim como as árvores, atraem as descargas elétricas.

As verdades:

1. Um raio tem temperatura maior do que a da superfície solar: A superfície solar tem temperatura de cerca de 6.000ºC, enquanto um raio atinge até 30.000ºC, cinco vezes a temperatura da parte externa do sol.

2. Não se deve falar ao telefone ou tomar banho durante tempestades: A linha telefônica e a tubulação metálica por onde passa a água podem transmitir a descarga elétrica de um raio. Se uma pessoa estiver segurando o telefone ou tomando banho, pode ser atingida, causando inclusive morte.

3. Pode-se calcular a distância de um raio pelo tempo que leva para o trovão soar: A velocidade do som é de cerca de 350 metros por segundo, ou um quilômetro a cada três segundos. Sendo assim, a partir do momento em que se vê o relâmpago de um raio, podemos contar o tempo que levamos para escutar o som do trovão. Se ele leva 10 segundos para ser ouvido, o raio estará a cerca de 3km de distância.

4. Um raio pode atingir uma pessoa em um local fechado: Você pode ser atingido pela descarga elétrica de um raio mesmo estando em um local fechado. Isso acontece porque, se um raio atingir a linha de telefones enquanto você estiver segurando um aparelho com fio, também receberá a descarga.

5. É recomendado também que se desliguem todos os aparelhos elétricos e eletrônicos durante tempestades, pois podem ser um meio de acesso à descarga elétrica dos raios.

Fonte: http://www.funceme.br/
Coelce